3
de
fevereiro
MusicArtePoética
O layout do Terra tá muito pesado…
Resolvi migrar para outros rumos.
Espero que acompanhem-me.
MUSICARTEPOETICA.BLOGSPOT.COM
Beijos a todos e obrigada por acompanharem-me nesse caminhar.
O layout do Terra tá muito pesado…
Resolvi migrar para outros rumos.
Espero que acompanhem-me.
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Beijos a todos e obrigada por acompanharem-me nesse caminhar.
De longe o caos parece fazer sentido aos olhos de todos eles.
às 4 da manhã
vejo o céu laranja
a insônia
o silêncio que de tão mudo ensurdece
e aí então… o que sobra de todos os dias
os pensamentos viram folhas pelo chão
que vou guardar num caderno de folhas recicladas
reciclar-me talvez seria mar… imenso… azul de sal.
Enquanto o tic tac pinta a noite penso:
Todas as coisas… tudo em mim e em si
as frações de mim imploram
mais…
mais …
mais…
O que é mais?
Laiz Mara Meneses Macedo !
"Muito pra mim é tão pouco e pouco é um pouco demais, viver tá me deixando louca… não sei mais do que sou capaz…. muito pra mim é tão pouco. E pouco eu não quero mais."

" Eu não sei o que meu corpo
abriga
nestas noites quentes de
verão…"
Descobrir é sempre um novo
mundo
As vezes não se está pronto
para nascer num novo lugar
Mas como todo pássaro
fora do ninho aprende a voar…
estou a caminho pra um dia
me encontrar.
[Laiz Mara]
O cordão do meu samba arrasta
enlaça
disfarça
e se eu fugir e fingir e rir?
A morena passa entre cabelos e lençois
entre batidas e céus e seus véus
Nem a calçada calada consegue conter-se
mostra as suas cores em alegres ladrilhos
Ah se essa rua fosse minha…
Quem mesmo sai de casa pra passear?
Quem mesmo senta a porta pra conversar e prosear… prosas e poéticas prosas…
Talvez a morena alí
Que revertendo todos os graus
e Iluminando aquele lugar inabitado…
trouxe um pouco de aquarela pra meu jasmim.
é tudo tão simples….
Laiz Mara Meneses Macedo
Fotos: Wanessa Jansen
"Alguns poucos seres morrem quando envoltos por grandes atentatados contra a vida:
dezenas, centenas, milhares de vidas mortas ao estalar de dedos.
Mesmo que essas centenas de vidas sejam de pequenos colibris.
Talvez isso explique o porque de alguns seres, manterem-se tão afastados."
A sede initerrupta dos corpos no alvorecer
As nuvens caminhando lentas formando formas
O chão… os pés…
Hoje não quero senão mais um dia, mesmo sem promessas, mesmo sem acasos… Apenas mais um dia!
Daqueles em que a gente pode sair e encontrar um outro corpo e ser suplantado pelo sorriso do outro
Daqueles em que a gente pode ser levado pelo vento
Sim, uma hora em que a gente senta e escuta e compreende em um minuto o que meses levaram-se para entender… Sim… Um dia feito de dois. Daqueles que amenizam cicatrizes… e enchem o tempo de vento solar, de estrelas no mar.
"Liberdade é um bem natural!
Uma qualquer uma que pelo menos dure enquanto é carnaval…
não faça bem mas que também não faça mal!"
“…seus corações estavam bem leves(…) . Pela primeira vez , haviam feito algo por amor”
“…deitar-se junto a ela, sobre ela, dentro dela, com toda a sua concupiscência e todo o seu desejo. E ele ficava a suar, e o os membros tremiam, enquanto sufocava em si esse horrendo desejo e se curvava na direção dela, para acordá-la em um casto beijo paternal…”
”Somos inteiros quando sentimos falta de algo… O homem ou a mulher que têm tudo é, sob certos aspectos, alguém pobre. Nunca saberá o que é ansiar, esperar, nutrir a alma com o sonho de algo melhor. Nunca saberá o que é receber de quem ama algo que sempre quis e nunca teve.”
“O que lembrar, relembrar?
Acertos, erros, realizações, promessas não cumpridas, adiadas…
O quanto ganhamos, perdemos,
crescemos corpórea, psíquica e espiritualmente?
O quanto aprendemos,
O quanto foi aprendido e não colocado em prática?
O quanto amamos e deixamos de amar,
Silenciosamente, incontrolavelmente?
Amor, liberdade, alegria, prazer, verdades…
Somos poetas, palhaços, educadores, artistas, empreendedores, empresários, críticos e tantos outros. Somos o infinito.
Quando sonhamos?
Quando olhamos para o horizonte?
Quando nos permitimos e conseguimos?
quando atravessamos um ano, atravessamos uma fração do tempo”
O mel
A polpa do maracujá
As íris
A flor de lótus
O violão
O água de coco
"Nem adão, nem eva, nem maçã,
Mas o chão de onde eles brotam."
A espera firme, constante…
Um ardor
Teimosia
Calor… latente… pulsante
alma | brancura | corpo
Luta
Dias decorrentes | Tempo
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E como dizem:
- A que aprende a evoluir mais rápido…
- A poetinha que escreve no escuro
- A Lala - Lalá - Laizinha
Laiz Mara em suas aliterações e vocativos!
Maaaaaaaara.
________________________
Intensidade e subjetividade
reciproca…
infinitude…
como todos nós… infinitos… então: "Deixa ser…"
__________________________
"Eu me encontro quando canto uma canção…
Dores e sonhos se vão embora com o vento, com o ar, com o chão".
.
.
.
eu, que quase esqueci que
eu, que vou até o fim e
eu, que amo a mais de mim
eu, que sempre digo que fui
eu, sei ou não o fim
sou eu, parto a existência
e digo a claro no escuro
perturbando o mundo inteiro
fazendo sol e chuva todo dia
de palavras, frases, melodias
eu, sou hospede do tempo
eu, aguardando aquele dia frio
eu, levando a gentileza
eu, não quero mais tristeza
eu, que marco as mãos com linhas do tempo
fazendo sol e chuva todo dia
de palavras, frases, melodias…
[Roberta Campos]
_
Poxa descobri Roberta Campos e não paro mais de ouvir.. pop meio folk… bom de ouvir!
Uma noite, daquelas de bar… daquelas de versos e canções
Ontem foi uma daquelas noites de corpos surgindo voluptuosos
Nítidos
Em meio à confissões de mentes confusas
Em meio ao antes
ao outrora
o que existe entre o tempo?
…

- "ainda é cedo…"
Noite de dezembro em meio a infinitudes de dúvidas
a noite suga desse seio todos esses anseios
deixa o tempo…
deixa ele alí… resolvendo….
mas que conformismo
e não sei viver do tempo que virá
é latente
calor
aço derretendo
escorrendo pelo meu corpo
transcorre
rio
rua
de dezembro
que acorda meu olho
minha boca…
façamos!
dezembro finda e nos espera…….
tempo…………………………………………………………………………………………………….
Laiz Mara Meneses Macedo
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Lua
Júpiter
Vênus
encontraram-se
vi e disse:
Lua
Voz
Violão
Lembra-te?
O primeiro dia…
…